優 RARE Veredito Técnico
A melhor forma de jogar Nintendo. OLED transforma a experiência visual.
Prós & Contras
Pontos Fortes
+ A tela OLED é transformadora para jogos 2D e escuros
+ Kickstand finalmente funcional e robusto
+ Dobradiças e construção sentem-se muito mais premium
+ Porta LAN no dock reduz latência no online
Limitações
- Performance interna inalterada (720p/1080p)
- Joy-Cons ainda suscetíveis a drift a longo prazo
- Sem suporte a fones Bluetooth com microfone nativo decente
Análise Detalhada
Vitalidade Renovada: O Choque OLED
Não subestime o poder de um bom painel. O Nintendo Switch OLED pega uma biblioteca de jogos já lendária e a pinta com cores que parecem líquidas. A diferença em títulos escuros como Metroid Dread ou vibrantes como Super Mario Wonder é transformadora. O preto perfeito do OLED elimina aquela “névoa cinza” dos painéis LCD antigos, fazendo com que o console pareça geracionalmente superior, mesmo com o mesmo chip.
“A tela de 7 polegadas não parece apenas maior; ela parece uma janela sem vidro para outro mundo.”
Correção de Curso: Hardware
A Nintendo ouviu as críticas com uma humildade rara. O suporte traseiro (kickstand), antes uma piada de plástico frágil, agora é uma placa de metal larga, robusta e ajustável em qualquer ângulo. A porta LAN integrada na base elimina a instabilidade do Wi-Fi em Smash Bros. Os alto-falantes aprimorados projetam áudio diretamente para o usuário com uma clareza que dispensa fones em ambientes silenciosos.
O Fator Nintendo
Apesar do hardware interno datado (o Tegra X1 já é um veterano de guerra), a direção de arte da Nintendo brilha aqui. A “magia Nintendo” nunca foi sobre contagem de polígonos, mas sobre estilo. No OLED, esse estilo ganha a saturação que os artistas originais provavelmente imaginaram. É, sem dúvida, a melhor maneira de jogar os maiores clássicos da última década.
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